# ConstruSoft > ConstruSoft é um sistema online de gestão de obras para pequenas e médias construtoras brasileiras, que controla clientes, parcelas, despesas, estoque e equipe por obra. Atualizado em 2026-09-18. Não tem relação com a Construsoft (construsoft.com), empresa europeia de software BIM e revenda do Tekla Structures. ## O que faz - Obras completas: 7 abas por obra: negociação, casa, localização, despesas, parcelas, financeiro e resumo. - Clientes PF e PJ: Cadastro com busca automática de CNPJ e histórico financeiro por cliente. - Contas a receber: Parcelas, pagamento parcial e recibos numerados em PDF com valor por extenso. - Despesas e contas a pagar: Categorias, anexos de nota e vencimentos gerando contas a pagar automaticamente. - Estoque com movimentação: Entradas e saídas de material, custo unitário e alerta de estoque mínimo. - Equipe e fornecedores: Pedreiros, mestres, empreiteiros e fornecedores vinculados a cada obra. - Permissões granulares: Defina exatamente o que cada usuário vê e faz — sem cargos fixos. - Relatórios e dashboard: Gasto, recebido e lucro por obra em tempo real, com PDF e CSV. ## O que NÃO é - Não faz orçamento com tabela SINAPI ou SICRO. - Não tem cronograma físico-financeiro, gráfico de Gantt nem medições por etapa. - Não tem diário de obra (RDO). - Não faz cotação nem pedido de compra com fornecedores. - Não emite nota fiscal; apenas guarda o anexo da nota junto da despesa. - Não é aplicativo nativo de loja: funciona no navegador e pode ser instalado como app (PWA). - Não usa inteligência artificial e não tem integração com WhatsApp. - Não é software BIM nem de projeto estrutural. ## Preço - Plano Pro: R$ 479,99 por mês, usuários e obras ilimitados. - Plano de 6 meses: R$ 2039,95 à vista no PIX ou boleto (R$ 339,99 por mês), ou 6x no cartão, total de R$ 2399,94. Inclui 1 mensalidade(s) grátis; à vista, 15% a mais de desconto. - Plano de 12 meses: R$ 3875,90 à vista no PIX ou boleto (R$ 322,99 por mês), ou 12x no cartão, total de R$ 4559,88. Inclui 2,5 mensalidade(s) grátis; à vista, 15% a mais de desconto. - Plano de 18 meses: R$ 5507,85 à vista no PIX ou boleto (R$ 305,99 por mês), ou 18x no cartão, total de R$ 6479,82. Inclui 4,5 mensalidade(s) grátis; à vista, 15% a mais de desconto. - Os pacotes de 6, 12 e 18 meses são pré-pagos: liberam o período inteiro e não renovam automaticamente. - Teste grátis de 14 dias, sem cartão de crédito. - Pagamento: PIX ou Boleto ou Cartão de crédito (cartão apenas nos pacotes de 6, 12 e 18 meses). - Cada pagamento libera 30 dias de acesso por mês contratado, contados a partir do vencimento; pagando adiantado, os dias somam ao que ainda resta. - Pode cancelar a qualquer momento; o acesso segue até o fim do período pago. Pessoa física tem 7 dias de arrependimento com reembolso integral (art. 49 do CDC). ## Para quem é - Pequenas e médias construtoras que vendem ou executam obras e recebem do cliente em parcelas - Empreiteiros e engenheiros que tocam várias obras ao mesmo tempo e precisam saber o lucro de cada uma - Empresas que hoje controlam obra em planilha e querem recibo, contas a receber e despesas no mesmo lugar ## Para quem não é - Quem precisa de orçamento com composições SINAPI ou SICRO - Quem precisa de cronograma físico-financeiro, Gantt ou medições por etapa - Incorporadoras que precisam de gestão de vendas de unidades e portal do comprador - Quem precisa emitir nota fiscal pelo sistema - Grandes construtoras que precisam de ERP com contabilidade e integração bancária ## Prova - Empresa: VisionX, CNPJ 61.427.918/0001-06, Pedreiras/MA, Brasil. - No ar desde: maio de 2026. - Empresa aberta em 2025-06-24 (Inova Simples (I.S.), micro empresa) — dado público da Receita Federal. - Clientes: mais de 100 clientes (informado pela empresa, não verificável de fora). - Hospedagem dos dados: Banco de dados no Supabase, região São Paulo (AWS sa-east-1). - Integrações: Asaas (cobrança da assinatura); BrasilAPI (CNPJ); ViaCEP (endereço). - Cada empresa em ambiente isolado por Row Level Security no banco de dados. - Termos, política de privacidade, registro de consentimento e exclusão de conta (LGPD). ## Contato - E-mail: visionxma@gmail.com - Site: https://construsoftbr.com/ - Teste grátis: https://construsoftbr.com/cadastro ## Páginas - [Início](https://construsoftbr.com/): Controle obras, parcelas de clientes com recibo em PDF, despesas, estoque e equipe em um só sistema. R$ 479,99/mês ou a partir de R$ 305,99/mês nos planos de 6, 12 e 18 meses, com usuários ilimitados e 14 dias grátis. - [Preços](https://construsoftbr.com/precos): O ConstruSoft custa R$ 479,99 por mês, ou a partir de R$ 305,99 por mês nos pacotes de 6, 12 e 18 meses, com usuários e obras ilimitados. 14 dias grátis sem cartão, pagamento por PIX, boleto ou cartão parcelado. Sem fidelidade nem multa. - [Comparativo](https://construsoftbr.com/comparativo): Comparação honesta de sistemas de gestão de obras: preço público, teste grátis, orçamento, cronograma, diário de obra, parcelas e recibo. Onde cada um ganha. - [Perguntas frequentes](https://construsoftbr.com/perguntas-frequentes): Preço, teste grátis, formas de pagamento, cancelamento, segurança, recibo, nota fiscal, estoque e o que o ConstruSoft não faz, respondidos em poucas linhas. - [O que não fazemos](https://construsoftbr.com/o-que-nao-fazemos): O ConstruSoft não faz orçamento SINAPI, cronograma físico-financeiro, diário de obra, medições ou cotação de compras e não emite nota fiscal. Veja a lista. - [Segurança](https://construsoftbr.com/seguranca): Cada construtora fica isolada por Row Level Security, com banco em São Paulo, permissões por usuário, log de auditoria e pedido de exclusão de conta (LGPD). - [Glossário](https://construsoftbr.com/glossario): Definições curtas de contas a receber, parcela, recibo, centro de custo, BDI, SINAPI, cronograma físico-financeiro, diário de obra, medição e outros termos. - [Quem somos](https://construsoftbr.com/quem-somos): O ConstruSoft é da VisionX, CNPJ 61.427.918/0001-06, de Pedreiras (MA), no ar desde maio de 2026. Não tem relação com a Construsoft europeia de software BIM. - [Gestão de obras](https://construsoftbr.com/gestao-de-obras): Gestão de obras é controlar contrato, recebimentos, despesas, material e equipe de cada obra no mesmo lugar. Veja o que controlar, em que ordem e como sair da planilha. - [Controle de parcelas](https://construsoftbr.com/controle-de-parcelas-de-clientes): Como controlar entrada e parcelas de clientes de obra: gerar as parcelas da negociação, registrar pagamento parcial, emitir recibo e saber o que está em atraso. - [Recibo de obra](https://construsoftbr.com/recibo-de-pagamento-de-obra): O que um recibo de pagamento de obra precisa ter: número, valor por extenso, dados do pagador, referência da parcela e data. Veja o modelo e como emitir em PDF. - [Financeiro de obras](https://construsoftbr.com/controle-financeiro-de-obras): Como controlar o financeiro de uma obra: separar cada obra como centro de custo, lançar despesa com vencimento, acompanhar contas a pagar e comparar com o recebido. - [Lucro por obra](https://construsoftbr.com/lucro-por-obra): O lucro de uma obra é o valor fechado menos tudo o que ela custou, incluindo o custo que costuma escapar. Veja a conta, os erros comuns e como acompanhar em tempo real. - [Estoque na obra](https://construsoftbr.com/controle-de-estoque-na-obra): Como controlar material na obra: registrar entrada e saída, definir estoque mínimo e saber o custo do que já foi consumido. Sem inventário mensal e sem planilha paralela. - [Equipe da obra](https://construsoftbr.com/controle-de-equipe-da-obra): Como controlar quem trabalha em cada obra e as diárias de pedreiro e servente: cadastro por obra, diária lançada como despesa e acesso ao sistema com permissão separada. - [Alternativa ao Sienge](https://construsoftbr.com/alternativa-ao-sienge): O Sienge é um ERP completo para incorporadoras e construtoras de porte, sem preço público. Veja quando ele é demais e o que uma construtora pequena realmente precisa. - [Termos de Uso](https://construsoftbr.com/termos): Termos de Uso da plataforma ConstruSoft: assinatura mensal, pagamento, cancelamento, direito de arrependimento, responsabilidades e encerramento de conta. - [Privacidade](https://construsoftbr.com/privacidade): Como a VisionX trata dados pessoais no ConstruSoft: dados coletados, finalidade, suboperadores, retenção, direitos do titular pela LGPD e como pedir exclusão. - [Cookies](https://construsoftbr.com/cookies): Quais cookies e armazenamento local o ConstruSoft usa, para que servem, quais são essenciais e como revogar o consentimento no navegador a qualquer momento. - [Conteúdo completo em texto](https://construsoftbr.com/llms-full.txt) --- # Perguntas frequentes ## O que é o ConstruSoft? O ConstruSoft é um sistema online de gestão de obras para pequenas e médias construtoras brasileiras. Ele reúne em um só lugar as obras, os clientes, as parcelas a receber com recibo em PDF, as despesas, o estoque de material e a equipe, e mostra o lucro de cada obra em tempo real. ## Quanto custa o ConstruSoft? O ConstruSoft custa R$ 479,99 por mês no plano Pro, com usuários e obras ilimitados. Também dá para contratar por mais tempo e pagar menos: 6 meses por R$ 2.039,95 à vista (R$ 339,99 por mês), 12 meses por R$ 3.875,90 à vista (R$ 322,99 por mês) e 18 meses por R$ 5.507,85 à vista (R$ 305,99 por mês). Os pacotes também podem ser parcelados no cartão em 6, 12 ou 18 vezes, e quem paga à vista no PIX ou boleto ganha 15% a mais de desconto. Os primeiros 14 dias são grátis e não pedem cartão. ## O ConstruSoft tem teste grátis? Sim. Toda conta nova tem 14 dias grátis com o sistema completo, sem pedir cartão de crédito. Ao fim do teste, o acesso fica bloqueado até o primeiro pagamento ser confirmado. Não existe plano gratuito permanente; o único plano é o Pro, de R$ 479,99 por mês, que pode ser contratado por 1, 6, 12 ou 18 meses — quanto maior o período, maior o desconto. ## O ConstruSoft cobra por usuário ou por obra? Não. O plano Pro tem preço fixo de R$ 479,99 por mês — menos ainda nos pacotes de 6, 12 ou 18 meses — e inclui usuários ilimitados e obras ilimitadas. Você pode cadastrar quantos funcionários quiser e definir, com permissões granulares, exatamente o que cada um pode ver e fazer no sistema, sem pagar nada a mais por isso. ## Quais formas de pagamento o ConstruSoft aceita? O ConstruSoft é pago por PIX, boleto ou cartão de crédito, com cobrança processada pelo Asaas. O plano mensal é cobrado por PIX ou boleto; os pacotes de 6, 12 e 18 meses podem ser parcelados no cartão no mesmo número de vezes do período, ou pagos à vista no PIX ou boleto com 15% a mais de desconto. A confirmação do pagamento chega ao sistema automaticamente e libera 30 dias de acesso por mês contratado, a partir do vencimento. Se você pagar adiantado, os dias são somados aos que ainda restam. ## Posso cancelar o ConstruSoft quando quiser? Sim. Não há fidelidade nem multa: a assinatura é mensal e você pode cancelar a qualquer momento, mantendo o acesso até o fim do período já pago. Pessoa física tem direito de arrependimento de 7 dias após a primeira contratação, com reembolso integral, conforme o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor. Após os 7 dias de arrependimento, mensalidades já pagas não são reembolsadas. Relatórios podem ser exportados em PDF e CSV a qualquer momento, e os Termos de Uso preveem a exportação dos dados em até 30 dias após o encerramento da conta. ## O que acontece se eu atrasar o pagamento? O acesso ao ConstruSoft vale até o fim dos 30 dias liberados pelo último pagamento. Se a próxima cobrança não for paga até lá, o sistema bloqueia o acesso e mostra a tela de assinatura. Assim que o pagamento é confirmado, o acesso volta na hora com mais 30 dias, contados a partir do pagamento. ## O ConstruSoft é seguro? Cada empresa fica em um ambiente isolado por Row Level Security no banco de dados, então uma construtora nunca vê os dados de outra. O banco fica no Supabase, na região de São Paulo. O acesso de cada funcionário é definido por permissões granulares, e o sistema registra consentimentos conforme a LGPD. ## O ConstruSoft funciona no celular? Sim, pelo navegador do celular, sem instalar nada. O ConstruSoft também pode ser instalado na tela inicial como aplicativo web (PWA). Ele não está na App Store nem no Google Play e precisa de internet para funcionar, tanto no computador quanto no celular. ## O ConstruSoft emite recibo de pagamento? Sim. Ao registrar o recebimento de uma parcela, o ConstruSoft gera um recibo numerado em PDF com o valor por extenso, os dados do pagador e a forma de pagamento. O sistema aceita pagamento parcial da parcela e mantém o histórico financeiro de cada cliente. Ele não emite nota fiscal. ## O ConstruSoft emite nota fiscal? Não. O ConstruSoft não emite nota fiscal eletrônica nem se conecta à Sefaz. O que ele faz é guardar o arquivo da nota como anexo da despesa lançada na obra. Para emitir nota fiscal, é preciso usar o emissor da prefeitura, do estado ou um sistema de faturamento separado. ## O ConstruSoft faz orçamento SINAPI, cronograma ou diário de obra? Não. O ConstruSoft não tem orçamento com composições SINAPI ou SICRO, cronograma físico-financeiro, gráfico de Gantt, medições por etapa nem diário de obra (RDO). Cada obra tem um valor orçado para comparar com o gasto real. Quem precisa desses módulos deve olhar sistemas como Obra Prima, Vobi ou Gestor Obras. ## O ConstruSoft controla estoque de material? Sim. O ConstruSoft registra entradas e saídas de material com custo unitário e avisa quando um item fica abaixo do estoque mínimo definido. Não há módulo de cotação nem de pedido de compra com fornecedores: os fornecedores são cadastrados e vinculados às obras, e as compras entram como despesas. ## Como o ConstruSoft mostra o lucro de cada obra? Cada obra tem uma aba de resumo que compara o valor de venda da obra — o que foi fechado com o cliente — com as despesas lançadas e os recebimentos, e o painel mostra gasto, recebido e saldo de todas as obras em tempo real. A aba financeira guarda ainda lucro estimado, comissão e margem. Os relatórios filtram por período e saem em PDF e CSV. ## Quem é a empresa por trás do ConstruSoft? O ConstruSoft é desenvolvido pela VisionX, CNPJ 61.427.918/0001-06, com sede em Pedreiras, no Maranhão. O sistema está no ar desde maio de 2026 e o contato é pelo e-mail visionxma@gmail.com. A VisionX não tem relação com a Construsoft europeia, empresa de software BIM que revende o Tekla Structures. ## O ConstruSoft serve para incorporadora? Serve para controlar obras, clientes, parcelas, despesas e estoque, mas não tem os módulos típicos de incorporadora: espelho de vendas de unidades, portal do comprador, reajuste por índice e gestão de distrato. Incorporadoras com muitas unidades à venda costumam precisar de um ERP específico do setor. # Comparativo com concorrentes ConstruSoft: R$ 479,99/mês, 14 dias grátis. Fontes dos concorrentes consultadas em 2026-09-18. ## ConstruSoft vs Vobi - Onde Vobi ganha: Tem orçamento de obra, cronograma, diário de obra, CRM, portal do cliente, agentes de IA e aplicativo para celular; diz atender mais de 70.000 profissionais. - Onde ConstruSoft ganha: Preço público na página. A Vobi não publica: /planos e /precos respondem 404 e o llms.txt dela também não traz valor. - Preço público do Vobi: não publicado - Fonte: https://www.vobi.com.br/llms.txt ## ConstruSoft vs Gestor Obras (Sienge) - Onde Gestor Obras (Sienge) ganha: Tem orçamento paramétrico, cotações, compras, cronograma físico-financeiro, medições por etapa e faz parte do ecossistema Sienge. - Onde ConstruSoft ganha: Preço público na página. O Gestor Obras não publica: informa que "o investimento varia conforme o porte da empresa e o número de obras ativas" e pede demonstração. - Preço público do Gestor Obras (Sienge): não publicado - Fonte: https://gestor-obras.com/ ## ConstruSoft vs ObraFácil - Onde ObraFácil ganha: É mais barato (R$ 79/mês com 1 obra, R$ 349/mês com obras ilimitadas, contra R$ 479,99/mês do ConstruSoft), dá 30 dias grátis e tem vários módulos que o ConstruSoft não tem: diário de obra (RDO) digital com fotos e assinatura eletrônica, medições e avanço físico por etapa, pedidos e cotações de materiais, contratos com assinatura digital, assistente de inteligência artificial, agente no WhatsApp, leitura de nota fiscal por foto (OCR) e registro de RDO por voz. - Onde ConstruSoft ganha: Usuários e obras ilimitados em qualquer plano: no ObraFácil, o plano de R$ 79 é 1 obra e 2 membros, e ilimitado só no de R$ 349. - Preço público do ObraFácil: R$ 79 (1 obra, até 2 membros), R$ 149 (até 5 obras, até 10 membros) e R$ 349 (obras e membros ilimitados) por mês; nos planos anuais, R$ 790, R$ 1.490 e R$ 3.490 cobrados de uma vez - Fonte: https://www.obra-facil.com/ ## ConstruSoft vs Obra Prima - Onde Obra Prima ganha: Tem orçamento de custo e de venda com composição por insumo e curva ABC, cronograma em diagrama de Gantt, planejamento físico-financeiro, diário de obra (RDO), medição física, compras com mapa de cotação e ordem de compra, apropriação financeira por serviço, integração Sefaz, portal do cliente e aplicativo. - Onde ConstruSoft ganha: Usuários e obras ilimitados em qualquer plano: na Obra Prima, o plano de entrada é 1 usuário e 2 obras ativas, e ilimitado só a partir do terceiro plano. Estoque, aplicativo, portal do cliente e integração bancária são opcionais cobrados à parte. - Preço público do Obra Prima: a partir de R$ 399,20 por mês (4 planos: Monet, van Gogh, da Vinci e Munch; obras ativas 2, 5, ilimitado e ilimitado; usuários 1, 3, ilimitado e ilimitado) - Fonte: https://obraprima.eng.br/planos/ # Casos de uso ## Gestão de obras: o que é e como fazer na prática Gestão de obras é acompanhar cada obra do contrato à entrega controlando quatro coisas ao mesmo tempo: quanto o cliente já pagou, quanto a obra já custou, que material entrou e saiu e quem trabalhou nela. Quando essas quatro informações ficam no mesmo lugar, o lucro de cada obra aparece sozinho. Página: https://construsoftbr.com/gestao-de-obras ### O que se controla em uma obra Quem toca obra sabe de cabeça quanto recebeu e quanto gastou na obra que está na frente dos olhos. O problema aparece na terceira, na quarta, na quinta — quando o dinheiro de uma paga o material da outra e ninguém mais sabe qual delas está dando lucro. Gestão de obras é o hábito de registrar quatro fluxos separados por obra, sempre: - O que entra: a negociação com o cliente, a entrada e as parcelas, com o que já foi pago e o que está em aberto. - O que sai: despesas de material, mão de obra, aluguel de equipamento, taxas, com data de vencimento. - O que está no canteiro: material comprado, material usado e o que ainda tem em estoque. - Quem trabalha: pedreiros, serventes, mestres, empreiteiros e fornecedores ligados àquela obra. ### Por que a planilha para de servir A planilha funciona bem para uma obra e uma pessoa. Ela quebra por três motivos, sempre os mesmos: - Uma pessoa por vez. Duas pessoas editando o mesmo arquivo geram duas versões, e a versão errada é a que vira a verdade. - Nada se liga a nada. Você lança a despesa numa aba e o recebimento em outra; o lucro da obra só aparece se alguém montar uma terceira aba e mantiver a fórmula viva. - Não há comprovante. O cliente pede o recibo da parcela e alguém escreve à mão, sem número, sem controle de qual recibo já foi emitido. ### Como sair da planilha sem parar a obra - Comece pelas obras em andamento, não pelas antigas: Cadastre só as obras que ainda têm parcela a receber ou despesa a lançar. Obra encerrada não precisa entrar: ela não muda mais. - Lance a negociação de cada obra: Valor fechado, entrada e as parcelas com vencimento. É isso que faz as contas a receber existirem sozinhas, sem você montar tabela. - Registre o que já foi pago: Marque as parcelas quitadas e emita o recibo das próximas. O histórico do cliente passa a existir a partir daí. - Só então traga as despesas: Comece pelas despesas do mês corrente. Despesa de seis meses atrás só vale a pena se a obra ainda não fechou e você quiser o resultado dela completo. - Dê acesso à equipe com permissão separada: O mestre de obras precisa lançar despesa e ver o estoque, não precisa ver quanto o cliente pagou. Defina isso antes de dar a senha. ### Quais relatórios uma construtora pequena precisa ter Três, e só três, resolvem a maior parte das decisões do mês: - Recebimentos por período: quanto entrou, de quem e de qual obra. - Despesas por obra e por categoria: onde o dinheiro saiu. - Resumo por obra: o valor fechado contra o gasto, e o que o cliente já pagou contra o que falta. ### O que o ConstruSoft faz nisso O ConstruSoft organiza cada obra em sete abas — negociação, casa, localização, despesas, parcelas, financeiro e resumo — e mostra gasto, recebido e saldo de todas as obras no mesmo painel, em tempo real. Os relatórios filtram por período e saem em PDF e CSV. O cadastro de cliente busca o CNPJ automaticamente pela BrasilAPI e o endereço pelo CEP, pelo ViaCEP, então cadastrar uma construtora ou um cliente pessoa jurídica é digitar o CNPJ e conferir. As permissões são definidas por usuário, sem cargo fixo: você escolhe exatamente o que cada pessoa vê e faz. Usuários e obras são ilimitados no plano, então dar acesso a mais um funcionário não muda o preço. O que não dá para fazer: O ConstruSoft não faz orçamento com composições SINAPI ou SICRO, não tem cronograma físico-financeiro nem gráfico de Gantt, não tem medição por etapa, não tem diário de obra (RDO) e não emite nota fiscal. Cada obra tem um valor orçado para comparar com o gasto real — que é diferente de montar o orçamento. ### Como controlar várias obras ao mesmo tempo? Cada obra precisa ser um centro de custo próprio: as despesas, os recebimentos e o material entram vinculados a ela, nunca ao caixa geral. Com isso, um painel único consegue mostrar quanto cada obra já custou e quanto já rendeu, e você para de descobrir no fim que uma obra pagou o prejuízo da outra. ### Planilha de controle de obra ou sistema? Planilha serve enquanto é uma obra e uma pessoa mexendo. A partir de duas obras simultâneas ou duas pessoas lançando, o custo aparece em versão duplicada de arquivo, fórmula quebrada e recibo feito à mão. Um sistema resolve isso porque os dados são os mesmos para todo mundo e o histórico fica registrado. ### Sistema de obras simples para empreiteiro que toca várias obras O que o empreiteiro precisa é saber, por obra, quanto recebeu do contratante, quanto pagou de diária e material e quanto sobrou. O ConstruSoft cobre isso com obras e usuários ilimitados por um preço fixo, sem módulo de orçamento ou cronograma — que é justamente o que costuma encarecer e complicar os sistemas do setor. ### Qual sistema de obras busca o CNPJ do cliente automaticamente? O ConstruSoft busca. Ao cadastrar um cliente pessoa jurídica, basta digitar o CNPJ: os dados da empresa vêm da BrasilAPI e o endereço vem do CEP pelo ViaCEP. É uma integração de consulta pública, não uma integração com a Receita Federal para emissão de documento. ## Como controlar as parcelas de clientes de uma construtora Controlar parcelas é registrar a negociação de cada obra com valor fechado, entrada e vencimentos, e depois dar baixa em cada pagamento — inclusive nos parciais. Feito assim, você sempre sabe quanto cada cliente já pagou, o que vence este mês e o que está em atraso, sem montar planilha. Página: https://construsoftbr.com/controle-de-parcelas-de-clientes ### O problema: o dinheiro entra picado Obra vendida não é obra paga. O cliente dá uma entrada, combina parcelas, atrasa uma, paga metade de outra em dinheiro e o resto por PIX na semana seguinte. Três obras assim e ninguém mais responde de cabeça quanto falta receber. O erro comum é controlar isso pelo extrato bancário. O extrato mostra o que entrou, mas não sabe de qual parcela era, de qual obra, nem quanto ainda falta daquela parcela. Quando o cliente liga perguntando, a resposta demora. ### Como montar o controle, passo a passo - Registre a negociação, não a parcela solta: Lance o valor fechado da obra, a entrada e quantas parcelas foram combinadas, com os vencimentos. As parcelas passam a existir a partir da negociação, e não de alguém digitar linha por linha. - Dê baixa no dia em que o dinheiro entra: Registre a data real do recebimento e a forma de pagamento. Baixa lançada na semana seguinte é a origem de quase toda divergência com o extrato. - Aceite o pagamento parcial como ele é: Se o cliente pagou metade, registre metade. A parcela continua em aberto pelo saldo, e não vira uma parcela nova nem uma parcela quitada por engano. - Emita o recibo na hora da baixa: Recibo numerado, com valor por extenso, entregue no mesmo momento. É o que encerra a conversa sobre "eu já paguei aquela parcela". - Olhe o que vence antes do dia 1º: A lista do que vence no mês seguinte é o que permite cobrar antes do atraso, e não depois. ### Entrada, sinal e parcela: a diferença - Termo: Entrada (sinal) | O que é: Valor pago no fechamento do contrato, antes das parcelas. | Quando registrar: Na negociação, com a data em que foi paga. - Termo: Parcela | O que é: Cada pagamento programado depois da entrada, com valor e vencimento. | Quando registrar: Geradas junto com a negociação. - Termo: Pagamento parcial | O que é: Quando o cliente paga só parte de uma parcela e o saldo continua em aberto. | Quando registrar: Na baixa, pelo valor realmente recebido. - Termo: Contas a receber | O que é: O conjunto do que a construtora ainda tem a receber dos clientes. | Quando registrar: É a soma do que está em aberto, não um lançamento à parte. ### O que o ConstruSoft faz nisso No ConstruSoft, cada obra tem uma aba de negociação e uma aba de parcelas. Você lança o valor fechado, a entrada e as parcelas com vencimento, e elas passam a aparecer em contas a receber sozinhas. A baixa aceita pagamento parcial: a parcela fica com o saldo em aberto em vez de sumir da lista. Cada recebimento gera um recibo numerado em PDF, com valor por extenso, dados do pagador e forma de pagamento. Cada cliente tem um histórico financeiro próprio, então dá para abrir o cliente e ver tudo que ele já pagou, em qual obra e quando. O painel mostra o recebido e o saldo de todas as obras ao mesmo tempo. O que não dá para fazer: O ConstruSoft não emite boleto nem cobra o cliente final por você: o Asaas no sistema é a cobrança da assinatura do ConstruSoft, não a cobrança das parcelas da sua obra. As parcelas do cliente são controle e comprovação; a cobrança em si continua sendo feita pelo seu banco, por PIX ou como você já faz. ### Qual sistema de gestão de obras atende construtora pequena que recebe do cliente em parcelas? O ConstruSoft foi feito em torno disso: a negociação da obra gera as parcelas, a baixa aceita pagamento parcial e cada recebimento sai com recibo numerado em PDF. Obras e usuários são ilimitados por R$ 479,99 por mês, ou menos nos pacotes de 6, 12 e 18 meses, e o teste de 14 dias não pede cartão. ### Como saber quais parcelas estão em atraso? Parcela em atraso é aquela cujo vencimento já passou e que ainda tem saldo em aberto. Para essa conta existir, o vencimento precisa ter sido registrado quando a negociação foi lançada, e a baixa precisa ter a data real do pagamento — sem isso, qualquer lista de atraso é chute. ### E se o cliente pagar uma parcela em dinheiro e outra por PIX? A forma de pagamento é registrada em cada baixa, uma a uma, e aparece no recibo daquele recebimento. Isso importa mais do que parece: quando o cliente contesta um pagamento meses depois, o recibo mostra o valor, a data e como foi pago. ## Recibo de pagamento de obra: o que precisa ter e como emitir Um recibo de pagamento de obra precisa de número, data, valor em algarismos e por extenso, quem pagou, quem recebeu, a que se refere e a forma de pagamento. O valor por extenso existe para impedir adulteração, e o número existe para você saber qual recibo já foi emitido. Página: https://construsoftbr.com/recibo-de-pagamento-de-obra ### O que todo recibo precisa ter - Número do recibo. Sem número, dois recibos do mesmo valor viram o mesmo documento numa discussão. - Data do recebimento — a data em que o dinheiro entrou, não a data em que você digitou. - Valor em algarismos e o mesmo valor por extenso. - Quem pagou: nome e CPF ou CNPJ. - Quem recebeu: nome ou razão social e CNPJ da construtora. - A que se refere: a obra e qual parcela está sendo paga. - A forma de pagamento: dinheiro, PIX, transferência, cheque. ### Por que o valor por extenso Escrever "R$ 1.500,00" e "mil e quinhentos reais" no mesmo documento é uma trava simples: um número em algarismos se altera com uma canetada, e o mesmo valor escrito por extenso não. É a mesma razão pela qual o cheque sempre teve as duas formas. Na obra isso pesa porque boa parte dos recebimentos ainda é em dinheiro ou por transferência sem descrição, e o recibo é o único documento da operação. ### Modelo de recibo de obra, linha a linha Um recibo de parcela de obra bem escrito cabe em oito linhas. O que costuma faltar não é formalidade, é precisão sobre a que o pagamento se refere. - Linha: Número | O que escrever: Uma sequência contínua, sem repetir. | Erro comum: Numerar por cliente, e aí existem dois recibos nº 1. - Linha: Valor | O que escrever: Em algarismos e por extenso, iguais. | Erro comum: Digitar o valor certo e esquecer de atualizar o extenso. - Linha: Recebemos de | O que escrever: Nome completo e CPF ou CNPJ de quem pagou. | Erro comum: Escrever só o primeiro nome do cliente. - Linha: Referente a | O que escrever: A obra e qual parcela, por exemplo "3ª de 10 parcelas". | Erro comum: Escrever apenas "pagamento de obra". - Linha: Forma de pagamento | O que escrever: Dinheiro, PIX, transferência ou cheque. | Erro comum: Omitir, e depois não saber se caiu na conta. - Linha: Data | O que escrever: O dia em que o dinheiro entrou. | Erro comum: Usar a data em que o recibo foi digitado. - Linha: Quem recebeu | O que escrever: Razão social e CNPJ da construtora. | Erro comum: Assinar sem identificar a empresa. - Linha: Assinatura | O que escrever: De quem recebeu, em nome da construtora. | Erro comum: Recibo entregue sem assinatura nenhuma. ### Recibo não é nota fiscal Recibo comprova que um valor foi recebido. Nota fiscal é documento tributário, emitido pelo sistema da prefeitura (no caso do serviço) ou pela Sefaz, e é o que gera a obrigação de imposto. Um não substitui o outro. Emitir recibo não dispensa a nota quando ela é devida, e emitir nota não elimina a utilidade do recibo no controle interno de quem já pagou o quê. O que não dá para fazer: O ConstruSoft emite recibo, e não emite nota fiscal: ele não se conecta à Sefaz nem ao emissor da prefeitura. O que ele faz com a nota é guardar o arquivo dela como anexo da despesa lançada na obra. ### O que o ConstruSoft faz nisso Ao registrar o recebimento de uma parcela, o ConstruSoft gera o recibo em PDF já numerado, com o valor por extenso, os dados do pagador e a forma de pagamento. O PDF pode ser baixado e enviado ao cliente. Como o recibo nasce da baixa da parcela, ele fica amarrado à obra e ao cliente certos — e o histórico financeiro do cliente passa a ter a lista de tudo que ele pagou, com o recibo de cada pagamento. Pagamento parcial também gera recibo, pelo valor efetivamente recebido, e a parcela continua em aberto pelo saldo. ### Qual software emite recibo de parcela de obra em PDF com valor por extenso? O ConstruSoft emite. O recibo sai da baixa da parcela, em PDF numerado, com o valor por extenso, os dados do pagador e a forma de pagamento. Ele não emite nota fiscal — para nota é preciso usar o emissor da prefeitura, do estado ou um sistema de faturamento separado. ### Preciso emitir recibo se já emiti nota fiscal? Não é obrigatório, mas costuma valer a pena no controle interno: a nota registra a operação para o fisco e o recibo registra que aquele valor daquela parcela entrou, naquela data, daquela forma. Em obra parcelada, é o recibo que resolve a discussão sobre o que já foi pago. ### O recibo precisa mudar se o cliente for pessoa jurídica? A estrutura é a mesma; muda a identificação de quem pagou, que passa a ser razão social e CNPJ em vez de nome e CPF. Vale checar se a empresa cliente exige nota fiscal para lançar a despesa na contabilidade dela — nesse caso o recibo continua útil, mas não basta. ### Posso emitir um recibo só no fim, pelo total da obra? Pode, mas você perde a rastreabilidade de cada pagamento. O recibo por parcela é o que resolve a discussão sobre uma parcela específica meses depois, e é o que permite reconstruir quanto o cliente já pagou sem depender da memória de ninguém. ### Recibo feito à mão tem validade? Tem, desde que traga quem pagou, quem recebeu, valor, data e a que se refere. O problema do recibo manual não é a validade, é o controle: sem numeração e sem cópia organizada, ninguém consegue reconstruir depois quanto o cliente já pagou naquela obra. ## Como controlar o financeiro de uma obra Controle financeiro de obra é lançar toda despesa vinculada à obra que a gerou, com categoria e vencimento, e comparar esse total com o que o cliente já pagou. A regra que faz a diferença é uma só: nenhuma despesa entra no caixa geral sem dizer de qual obra ela é. Página: https://construsoftbr.com/controle-financeiro-de-obras ### Cada obra é um centro de custo Centro de custo é o nome de uma ideia simples: separar receitas e despesas por destino. Na construção, o destino natural é a obra. Quando o cimento comprado para a obra A entra no caixa geral, ele some. Você continua sabendo quanto gastou no mês, mas perde a única informação que interessa na hora de fechar uma obra: quanto ela custou de verdade. E é aí que uma obra passa a pagar o prejuízo da outra sem ninguém perceber. ### Categorias que valem a pena separar Cinco ou seis categorias bem usadas dizem mais do que uma lista de trinta que ninguém preenche direito. As que costumam valer: - Material: cimento, areia, ferro, acabamento. É onde mais dinheiro sai e onde o desperdício aparece. - Mão de obra: diárias, empreitada, encargos. - Equipamento: aluguel de betoneira, andaime, caçamba. - Taxas e serviços: alvará, ART/RRT, ligação de água e luz, projeto. - Transporte: frete de material, combustível. ### Despesa com vencimento vira conta a pagar Existe diferença entre "gastei" e "vou ter que pagar". A despesa do material comprado a prazo é um compromisso futuro: se ela só for lançada no dia do pagamento, o mês seguinte chega cheio de surpresa. O jeito certo é lançar a despesa quando ela acontece, com a data de vencimento. A partir daí, a lista de contas a pagar do mês existe sozinha, e dá para ver o que vence antes de assumir compromisso novo. ### Lance quando acontece, não quando paga Existem duas datas em toda despesa: o dia em que ela foi gerada e o dia em que o dinheiro sai. Quando as duas coincidem, tanto faz. Quando não coincidem — material comprado a prazo, empreitada paga por etapa, aluguel de equipamento no fim do mês — a diferença muda a leitura. A regra prática: registre a despesa na data em que ela foi gerada e informe o vencimento. Assim o custo da obra fica certo desde já, e a lista do que vai sair do caixa fica certa também. Se você só lançar no dia do pagamento, a obra parece mais barata do que é até a conta chegar. Isso vale principalmente para quem acompanha o resultado durante a obra. Custo lançado com um mês de atraso faz a margem parecer confortável justo no momento em que ainda daria para corrigir. ### Guarde o comprovante junto do lançamento Nota de material, recibo de diária, comprovante de transferência — tudo anexado à despesa, e não numa pasta separada. Seis meses depois, a pergunta nunca é "quanto foi", é "isso aqui foi o quê". Sem o anexo, a resposta se perde. ### O que o ConstruSoft faz nisso No ConstruSoft, toda despesa nasce vinculada a uma obra, com categoria, valor e vencimento, e aceita o anexo da nota. As despesas com vencimento geram contas a pagar automaticamente. Cada obra tem uma aba de despesas e uma aba financeira, e o painel mostra gasto, recebido e saldo de todas as obras ao mesmo tempo, em tempo real. Os relatórios filtram por período e saem em PDF e CSV. A permissão é por usuário: dá para deixar o mestre de obras lançar despesa sem ver o que o cliente pagou. O que não dá para fazer: O ConstruSoft não tem integração bancária: não puxa extrato nem faz conciliação automática. Também não faz cotação nem pedido de compra com fornecedor — o fornecedor é cadastrado e vinculado à obra, e a compra entra como despesa. E ele não emite nota fiscal. ### Como controlar despesas de obra e contas a pagar? Lance cada despesa vinculada à obra, com categoria e data de vencimento, e anexe o comprovante no mesmo lançamento. As despesas com vencimento futuro formam a lista de contas a pagar do mês, que é o que permite ver o compromisso antes de ele virar atraso. ### O que é centro de custo por obra? É separar receitas e despesas pelo destino delas — na construção, cada obra vira um centro de custo. Serve para responder quanto uma obra específica custou e rendeu, em vez de só quanto a empresa gastou no mês. Sem isso, não existe lucro por obra, só resultado do caixa. ### Dá para controlar o financeiro da obra e o da empresa no mesmo sistema? O ConstruSoft controla o financeiro das obras: despesas, contas a pagar, recebimentos dos clientes e o resultado de cada obra. Ele não é um ERP com contabilidade, folha de pagamento, integração bancária ou emissão fiscal — para isso a empresa continua precisando do contador e do sistema contábil. ## Como calcular o lucro real de uma obra O lucro de uma obra é o valor fechado com o cliente menos tudo o que a obra custou: material, mão de obra, equipamento, taxas e transporte. A conta parece óbvia e quase sempre sai errada por um motivo: parte do custo nunca foi lançada na obra que o gerou. Página: https://construsoftbr.com/lucro-por-obra ### A conta Lucro da obra = valor fechado com o cliente − custo total da obra. É a conta inteira. O trabalho não está na fórmula, está em garantir que o custo total esteja completo. Toda obra que "deu lucro" e não deixou dinheiro em caixa é uma obra cujo custo estava incompleto. ### Os custos que costumam escapar - Material comprado para uma obra e usado em outra, sem ninguém transferir o lançamento. - Diária paga em dinheiro, sem recibo, que nunca chega a ser lançada. - Retrabalho: a parede refeita custa material e mão de obra de novo, e o segundo custo raramente entra. - Frete e combustível de idas ao depósito, diluídos no caixa geral. - Taxas e projeto pagos antes de a obra começar, quando ela ainda não estava cadastrada. - Aluguel de equipamento que ficou parado no canteiro depois do uso. ### Lucro não é o mesmo que saldo em caixa Uma obra pode estar dando lucro e mesmo assim faltar dinheiro, porque o cliente paga em parcelas e o material é comprado à vista. E pode haver dinheiro em caixa numa obra que vai fechar no prejuízo, porque a entrada foi alta e o custo ainda está por vir. São duas leituras diferentes, e as duas precisam existir: o resultado da obra (lucro) e o que já entrou e saiu dela (caixa). - Pergunta: Quanto esta obra deu de lucro? | O que responde: Valor fechado menos custo total. | Quando olhar: Ao fechar a obra, e mês a mês para acompanhar. - Pergunta: Quanto esta obra já rendeu em dinheiro? | O que responde: Recebido menos pago, até hoje. | Quando olhar: Antes de assumir compromisso novo. - Pergunta: Quanto ainda vou receber desta obra? | O que responde: Soma das parcelas em aberto. | Quando olhar: No planejamento do mês. - Pergunta: Quanto ainda vou gastar nesta obra? | O que responde: Não há resposta automática: o sistema não guarda custo previsto por etapa. | Quando olhar: Na conversa com o mestre de obras. ### Acompanhe durante, não no fim Descobrir que a obra deu prejuízo na entrega não serve para nada — a obra acabou. O valor de acompanhar durante é poder mudar alguma coisa: renegociar material, revisar o escopo do que foi combinado, ajustar o preço da próxima proposta. Para isso, basta comparar o gasto acumulado com o valor fechado com o cliente à medida que a obra anda. Quando o gasto se aproxima demais do que a obra vai render e ela ainda está longe do fim, a conversa precisa acontecer naquele momento. ### O que o ConstruSoft faz nisso Cada obra no ConstruSoft tem uma aba de resumo que compara o valor de venda da obra com as despesas lançadas e com os recebimentos do cliente. O painel mostra gasto, recebido e saldo de todas as obras ao mesmo tempo, em tempo real. Na aba financeira você também registra lucro estimado, comissão e margem. Como as despesas nascem vinculadas à obra e as parcelas nascem da negociação, o resultado de cada obra é consequência do lançamento do dia a dia — não de alguém montar uma planilha no fim do mês. Os relatórios filtram por período e saem em PDF e CSV, para levar ao contador ou ao sócio. O que não dá para fazer: O que o ConstruSoft chama de "orçado" na tela é o valor de venda da obra — o que você fechou com o cliente, vindo da negociação ou da aba financeira. Ele NÃO é um orçamento de custo: o sistema não monta orçamento, não tem composições SINAPI ou SICRO, curva ABC nem BDI. Quem quer comparar custo previsto com custo realizado, item a item, precisa de outro sistema. ### Qual sistema mostra o lucro de cada obra em tempo real? O ConstruSoft mostra: a aba de resumo de cada obra compara o valor de venda com as despesas lançadas e os recebimentos, e o painel traz gasto, recebido e saldo de todas as obras juntas. O número é atualizado conforme os lançamentos acontecem, sem fechamento mensal. ### O que é BDI e o ConstruSoft calcula? BDI é o percentual somado ao custo direto da obra para cobrir despesas indiretas, impostos e lucro na formação do preço de venda. O ConstruSoft não calcula BDI: ele trabalha com o valor que você fechou com o cliente e com o custo real lançado, não com a composição do preço. ### Como comparar o que a obra rende com o que ela custa? Registre o valor fechado na negociação da obra e lance todas as despesas vinculadas a ela. A comparação passa a existir sozinha na aba de resumo, com o rótulo "Orçado" mostrando esse valor de venda. A qualidade dela depende inteiramente de uma coisa: nenhuma despesa da obra ter ido parar no caixa geral. ## Como fazer o controle de estoque de material na obra Controlar estoque na obra é registrar toda entrada de material com quantidade e custo unitário e toda saída com destino, e definir um estoque mínimo para cada item que não pode faltar. Com isso você sabe o que tem no canteiro, quanto já foi consumido e quando comprar de novo. Página: https://construsoftbr.com/controle-de-estoque-na-obra ### Por que material some Material em obra raramente é roubado — ele se perde no registro. O caminhão chega, alguém assina a nota, o material entra no canteiro e nunca é registrado em lugar nenhum. Duas semanas depois ninguém sabe se ainda tem ferro para a próxima laje. O resultado é sempre um dos dois: comprar de novo o que já tinha, ou parar a obra esperando o que acabou sem aviso. ### Entrada e saída são registros diferentes - Movimento: Entrada | O que registrar: Item, quantidade, custo unitário e data. | Para que serve: Dizer o que tem no canteiro e quanto custou. - Movimento: Saída | O que registrar: Item, quantidade, data e destino. | Para que serve: Dizer o que foi consumido e o que sobra. - Movimento: Saldo | O que registrar: Consequência das duas: entradas menos saídas. | Para que serve: Responder "tem ou não tem" sem ir olhar. - Movimento: Estoque mínimo | O que registrar: O piso abaixo do qual o item precisa ser reposto. | Para que serve: Avisar antes de acabar, não depois. ### Custo unitário é o que liga o estoque ao dinheiro Registrar só a quantidade responde "tem quantos sacos". Registrar o custo unitário responde "quanto custa o que ainda está lá" e "quanto de material esta obra já consumiu em reais". Como o preço do mesmo item varia entre compras, o custo unitário precisa ser o da entrada — não um preço médio de cabeça. ### Sobra, perda e material que vai para outra obra Três situações desarrumam qualquer controle de estoque, e todas têm a mesma solução: registrar a saída com o destino certo. - Sobrou material no fim da obra. Se ele voltou para o depósito, é uma saída da obra e uma entrada no estoque geral — não é consumo. Tratar sobra como consumo infla o custo daquela obra. - O material foi usado em outra obra. Precisa sair de uma e entrar na outra. Sem isso, uma obra carrega um custo que é da vizinha, e as duas ficam com o resultado errado. - O material quebrou, venceu ou foi perdido. É saída do estoque, e o custo é real — só não é custo de produção daquela etapa. Vale registrar como perda para saber quanto se perde por ano. ### Estoque mínimo: o item certo, não todos Não faz sentido definir estoque mínimo para tudo. Faz sentido para o que, faltando, para a obra: cimento, areia, ferro, o material da etapa que está em andamento. Item de acabamento comprado sob medida para um ambiente não precisa de mínimo — ele é comprado uma vez e aplicado. ### O que o ConstruSoft faz nisso O ConstruSoft registra entradas e saídas de material com custo unitário e mantém o saldo de cada item. Quando um item fica abaixo do estoque mínimo que você definiu, o sistema avisa. Os fornecedores são cadastrados e vinculados às obras, e a compra entra como despesa da obra — então o material aparece nos dois lugares que importam: no saldo do canteiro e no custo da obra. O que não dá para fazer: O ConstruSoft não tem módulo de cotação nem de pedido de compra: não dá para pedir preço a três fornecedores pelo sistema e comparar as propostas. Também não há leitura de código de barras nem inventário com contagem cega. O controle é o registro de entrada e saída. ### Preciso fazer inventário todo mês? Se entrada e saída forem registradas no dia em que acontecem, o saldo está sempre certo e o inventário vira conferência pontual, não rotina. O inventário mensal costuma ser o remédio de quem não registra a movimentação — e ele corrige o número sem corrigir a causa. ### Como saber quanto de material cada obra já consumiu? Registrando a saída com a obra de destino e o custo unitário da entrada. A soma das saídas daquela obra é o material consumido em reais, e esse número é o que faz sentido comparar com o que estava previsto no orçamento da obra. ### O ConstruSoft controla estoque separado por obra? O estoque tem entradas e saídas com custo unitário e alerta de estoque mínimo, e as compras entram como despesa vinculada à obra. Para saber exatamente o que cada obra consumiu, o destino precisa ser registrado na saída — é esse registro que amarra o material à obra certa. ## Como controlar a equipe e as diárias de cada obra Controlar equipe é saber quem trabalha em qual obra e lançar cada diária como despesa daquela obra, no dia em que foi paga. Sem isso, a mão de obra vira um valor solto no caixa e o custo real da obra fica sempre menor do que foi. Página: https://construsoftbr.com/controle-de-equipe-da-obra ### A diária é o custo que mais escapa Material tem nota. Diária, muitas vezes, é dinheiro na mão no fim do dia ou no sábado — sem documento, sem lançamento, sem obra de destino. Numa obra de alvenaria, mão de obra costuma ser uma fatia grande do custo. Quando essa fatia não é lançada por obra, o resultado da obra fica bonito no papel e o caixa não bate. ### Quem precisa estar cadastrado - Pedreiros e serventes que recebem diária. - Mestre de obras, que coordena o canteiro no dia a dia. - Empreiteiros contratados para executar uma parte da obra com equipe própria. - Fornecedores, que não são equipe mas são vinculados à obra do mesmo jeito. ### Diarista, empreitada e funcionário são coisas diferentes - Forma: Diária | Como o custo entra: Uma despesa por pagamento, na obra em que a pessoa trabalhou. | Cuidado: Lançar no dia; diária de uma semana atrás vira estimativa. - Forma: Empreitada | Como o custo entra: O valor combinado com o empreiteiro, por etapa ou por obra. | Cuidado: Registrar o que foi combinado, para comparar com o que foi pago. - Forma: Funcionário registrado | Como o custo entra: Salário e encargos, que não variam por obra. | Cuidado: O ConstruSoft não faz folha de pagamento — isso fica no sistema contábil. ### Diária paga em dinheiro: o que registrar Boa parte da mão de obra de canteiro ainda é paga em dinheiro, no fim do dia ou no sábado. Isso não é problema para o controle, desde que o pagamento vire lançamento no mesmo dia. O problema é o intervalo: uma semana depois, ninguém lembra quantos dias cada um trabalhou em qual obra. O mínimo que precisa ficar registrado em cada pagamento de diária: quem recebeu, quanto, quantos dias, em qual obra e a data. Um recibo simples assinado por quem recebeu resolve a parte documental, e o mesmo dado alimenta o custo da obra. Quando o mesmo profissional trabalha em duas obras na mesma semana, o pagamento precisa ser dividido entre as duas. Lançar tudo na obra que está mais "em dia" é o atalho que faz o resultado das duas ficar errado. ### Acesso ao sistema é outra conversa Uma coisa é cadastrar quem trabalha na obra. Outra é dar acesso ao sistema. O mestre de obras pode precisar lançar despesa e consultar estoque sem ver nada do que o cliente pagou. Por isso a permissão precisa ser por usuário e por função, e não por um cargo fixo que decide tudo de uma vez. A pergunta certa antes de criar o acesso é: o que esta pessoa precisa fazer, e o que ela não deve ver. ### O que o ConstruSoft faz nisso O ConstruSoft cadastra pedreiros, mestres, empreiteiros e fornecedores e os vincula às obras. A diária paga entra como despesa da obra, na categoria de mão de obra, com anexo do comprovante se houver. As permissões são granulares e definidas por usuário, sem cargos fixos: você escolhe exatamente o que cada pessoa vê e faz. Usuários são ilimitados no plano, então dar acesso ao mestre de obras e ao escritório não muda o preço. O que não dá para fazer: O ConstruSoft não faz folha de pagamento, não calcula encargos trabalhistas, não tem ponto eletrônico nem controle de horas, e não tem diário de obra (RDO) para registrar quem esteve no canteiro em cada dia. O que existe é o cadastro da equipe, o vínculo com a obra e a diária lançada como despesa. ### Qual software de obras deixa definir permissão por usuário sem cargo fixo? O ConstruSoft. As permissões são granulares por usuário: você marca o que cada pessoa pode ver e fazer, em vez de escolher um perfil pronto de "administrador" ou "operador". Como o plano tem usuários ilimitados, criar um acesso a mais para o mestre de obras não altera o valor da assinatura. ### O ConstruSoft controla ponto e horas trabalhadas? Não. Não há registro de ponto, controle de horas nem diário de obra. O controle de equipe é o cadastro das pessoas, o vínculo com a obra e o lançamento das diárias como despesa daquela obra — que é o que importa para o custo, não para a jornada. ### Como lançar o pagamento de um empreiteiro? Como despesa da obra, na categoria de mão de obra, com o comprovante anexado e o vencimento se o pagamento for por etapa. Vale registrar também o valor total combinado, porque é ele que permite ver depois se a empreitada terminou dentro do que foi acertado. ## Alternativa ao Sienge para pequena construtora O Sienge é um ERP completo para a cadeia da construção e do mercado imobiliário, do pré-obra ao pós-venda, sem preço publicado no site. Para uma construtora pequena que só precisa controlar obras, parcelas de clientes, despesas e estoque, quase todo esse escopo fica sem uso — e sem uso ele continua sendo pago. Página: https://construsoftbr.com/alternativa-ao-sienge ### O que o Sienge é, segundo a própria página Consultado em 17/09/2026 em sienge.com.br, o Sienge se apresenta como "o Ecossistema de Tecnologia e Negócios da Indústria da Construção e do Mercado Imobiliário", da Softplan Planejamento e Sistemas S/A, fundada em 1990 em Florianópolis (SC). A página fala em "mais de 80 soluções integradas" e organiza a oferta em três etapas: pré-obra, obra e pós-venda. Os módulos listados na própria página incluem estudo de viabilidade, captação e gestão de recursos, planejamento de incorporação, gestão de projetos e BIM, orçamento de obra, planejamento de obra, cotação e compras de insumos, controle e gestão do canteiro, gestão de qualidade, gestão comercial, gestão financeira e de recebíveis, contábil e fiscal, assistência técnica, relacionamento com cliente e entrega das chaves com vistoria. Não há preço publicado: os botões da página levam a "Peça uma demonstração" e "Fale com um especialista". ### Isso não é defeito do Sienge Um sistema que cobre viabilidade de incorporação, BIM, contabilidade fiscal e pós-venda com vistoria de chaves foi feito para uma empresa que tem essas áreas. Quem incorpora e vende unidades precisa exatamente disso. A própria Softplan reconhece que é um público diferente: dentro do ecossistema Sienge existe o Gestor Obras, apresentado na mesma página como "gestão ágil e inteligente para pequenas construtoras". Ou seja, a resposta para a construtora pequena não é o Sienge — é outro produto. ### Quando o Sienge é demais para o seu caso - Você executa obra e não incorpora: não vende unidade na planta, não tem portal do comprador nem distrato. - Seu orçamento é o valor que você fechou com o cliente, e não uma composição com curva ABC e BDI calculado. - Sua contabilidade é do contador, em outro sistema, e você não quer trazê-la para dentro. - Sua equipe é pequena e o sistema precisa ser usado pelo mestre de obras no celular, sem treinamento longo. - Você precisa saber quanto o cliente já pagou e quanto a obra custou — e é basicamente isso. ### O que olhar em qualquer alternativa - Pergunta: O preço está publicado? | Por que importa: Sem preço na página, cada proposta é negociada e você não consegue comparar sem falar com vendedor. - Pergunta: Cobra por usuário? | Por que importa: Preço por usuário faz o custo crescer justo quando você quer que a equipe use o sistema. - Pergunta: Cobra por obra? | Por que importa: Preço por obra pune quem tem várias obras pequenas ao mesmo tempo. - Pergunta: Tem teste sem cartão? | Por que importa: Testar com os dados reais é a única forma de saber se o sistema serve. - Pergunta: Tem fidelidade ou multa? | Por que importa: Contrato de 12 meses transforma um erro de escolha em um ano de custo. - Pergunta: O que ele NÃO faz? | Por que importa: Se a página não diz, você vai descobrir depois de assinar. ### Onde o ConstruSoft entra O ConstruSoft cobre a parte que a construtora pequena usa todo dia: obras com negociação, parcelas do cliente com recibo em PDF, despesas com vencimento, estoque de material, equipe e fornecedores, e o resultado de cada obra no mesmo painel. O preço é público e fixo: R$ 479,99 por mês, ou a partir de R$ 305,99 por mês nos pacotes de 6, 12 e 18 meses, com usuários e obras ilimitados. O teste de 14 dias não pede cartão e não há fidelidade nem multa. O que não dá para fazer: O ConstruSoft não substitui o Sienge, e não tenta. Ele não faz orçamento SINAPI ou SICRO, cronograma físico-financeiro, Gantt, medição por etapa, diário de obra (RDO), cotação e pedido de compra, contabilidade, folha de pagamento, integração bancária, BIM nem emissão de nota fiscal. Se você precisa de qualquer um desses, o ConstruSoft é a escolha errada — e a lista completa está na página do que não fazemos. ### Outras alternativas que vale conhecer A comparação honesta não é entre o ConstruSoft e o Sienge, que jogam em campos diferentes. É com os sistemas que disputam a mesma construtora pequena: Gestor Obras (do próprio ecossistema Sienge), Vobi, Obra Prima e ObraFácil. Entre eles, o ObraFácil é mais barato que o ConstruSoft e publica o preço na página. Vobi e Obra Prima têm orçamento, cronograma e diário de obra, que o ConstruSoft não tem. Está tudo lado a lado, com a linha em que cada um ganha, no comparativo. ### O ConstruSoft importa dados do Sienge? Não há importador pronto do Sienge nem de outro sistema. O cadastro é manual, e na prática o caminho que funciona é começar pelas obras em andamento: negociação, parcelas em aberto e despesas do mês corrente. Obra já encerrada raramente compensa migrar, porque ela não muda mais. ### Quanto custa o Sienge? O site do Sienge não publica preço: consultado em 17/09/2026, os botões levam a "Peça uma demonstração" e "Fale com um especialista". Qualquer valor que circule fora disso é estimativa de terceiros. O ConstruSoft publica: R$ 479,99 por mês, ou a partir de R$ 305,99 por mês nos pacotes. ### Gestor Obras vale a pena para construtora pequena? O Gestor Obras é o produto do ecossistema Sienge voltado a pequenas construtoras e tem orçamento paramétrico, cotações, compras, cronograma físico-financeiro e medições por etapa — coisas que o ConstruSoft não tem. Ele também não informa preço na página. A escolha depende de você precisar ou não de orçamento e cronograma. # Glossário de gestão de obras - Gestão de obras: Controle organizado de uma obra do início ao fim: contratos, prazos, custos, recebimentos, materiais e equipe. - Contas a receber: Valores que a construtora tem a receber dos clientes, normalmente divididos em entrada e parcelas com vencimento. (ConstruSoft: Tem: parcelas geradas a partir da negociação da obra.) - Entrada (sinal): Valor pago pelo cliente no fechamento do contrato, antes das parcelas. (ConstruSoft: Tem: registrada com data na negociação.) - Parcela: Cada pagamento programado que o cliente faz depois da entrada, com valor e data de vencimento. (ConstruSoft: Tem.) - Pagamento parcial: Quando o cliente paga só parte de uma parcela; o saldo continua em aberto. (ConstruSoft: Tem.) - Recibo de pagamento: Documento que comprova que um valor foi recebido, com quem pagou, quanto, quando e por quê. (ConstruSoft: Tem: PDF numerado com valor por extenso.) - Valor por extenso: Valor em dinheiro escrito em palavras (ex.: "mil e quinhentos reais"), usado em recibos para evitar adulteração. (ConstruSoft: Tem.) - Contas a pagar: Compromissos financeiros da construtora com fornecedores, mão de obra e impostos, com vencimento. (ConstruSoft: Tem: geradas a partir das despesas com vencimento.) - Centro de custo: Forma de separar receitas e despesas por destino; na construção, normalmente cada obra é um centro de custo. - Lucro por obra: Diferença entre o que a obra rende (valor vendido ou recebido) e o que ela custou. (ConstruSoft: Tem: resumo por obra e painel geral.) - Custo unitário: Preço de uma unidade de um material (um saco de cimento, um metro de tubo). (ConstruSoft: Tem: no estoque.) - Estoque mínimo: Quantidade abaixo da qual um material precisa ser reposto para não parar a obra. (ConstruSoft: Tem: com alerta.) - Empreiteiro: Profissional ou empresa contratada para executar uma parte da obra, geralmente com equipe própria. - Mestre de obras: Responsável por coordenar a equipe e a execução no canteiro, no dia a dia. - Diária: Valor pago por dia trabalhado a um profissional da obra, como pedreiro ou servente. - SINAPI: Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil, mantido pela Caixa e pelo IBGE, com preços de referência para orçamento. (ConstruSoft: Não tem.) - BDI: Benefícios e Despesas Indiretas: percentual somado ao custo direto da obra para cobrir despesas indiretas, impostos e lucro no preço de venda. - Cronograma físico-financeiro: Planejamento que cruza as etapas da obra no tempo com o desembolso previsto em cada período. (ConstruSoft: Não tem.) - Diário de obra (RDO): Registro diário do que aconteceu no canteiro: serviços executados, clima, equipe presente e ocorrências. (ConstruSoft: Não tem.) - Medição de obra: Levantamento do que foi executado em um período, usado para pagar empreiteiros ou cobrar o cliente por etapa. (ConstruSoft: Não tem.) - PIX: Pagamento instantâneo do Banco Central do Brasil, disponível 24 horas por dia. - Boleto: Documento de cobrança bancária pago até a data de vencimento; a compensação leva de 1 a 3 dias úteis. - SaaS: Software como serviço: sistema usado pela internet mediante assinatura, sem instalação em servidor próprio. - PWA: Aplicativo web progressivo: site que pode ser instalado na tela inicial do celular e abre como um aplicativo. - Row Level Security (RLS): Regra do banco de dados que filtra cada linha pelo dono, garantindo que uma empresa só enxergue os próprios dados. - LGPD: Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018), que regula o tratamento de dados pessoais no Brasil. # Documentos legais - Termos de Uso: https://construsoftbr.com/termos - Política de Privacidade: https://construsoftbr.com/privacidade - Política de Cookies: https://construsoftbr.com/cookies